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pela libertacao imediata dos presos politicos palestinos das prisoes israelitas 1 20200418 1095825760

Neste momento de crise pandémica torna-se ainda mais urgente a libertação dos presos políticos palestinos das prisões israelitas.

Vitimas da ocupação israelita e da sua sistemática violação dos direitos humanos fundamentais dos palestinos, há, de acordo com a rede de solidariedade Samidoun, aproximadamente 5000 presos políticos palestinos encarcerados pelo colonialismo sionista, incluindo mais de 180 crianças, 430 presos ao abrigo do regime de detenção administrativa, sem acusações ou julgamento, e 700 presos doentes, 200 dos quais com doenças crónicas e graves, que os colocam num risco ainda maior caso a pandemia de Covid-19 se espalhe pelas cadeias.

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) tem denunciado e condenado a ocupação por Israel dos territórios palestinos, bem como a cumplicidade da administração dos EUA através dos seus posicionamentos ilegais, designadamente o chamado «Acordo do Século», arranjo entre a administração Trump e os mais reacionários interesses sionistas, o «reconhecimento» de Jerusalém como capital de Israel, a «legalização» dos colonatos construídos nos territórios ocupados em 1967, o «reconhecimento» da anexação dos montes Golã pertencentes à Síria e os cortes de financiamento à Agência da ONU para os Refugiados Palestinos.

 

Por isso, por ocasião do Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinos, que se celebra a 17 de Abril, e tal como tem feito noutras ocasiões, o CPPC apela a que se juntem esforços para lutar pela liberdade para a Palestina, exigindo a libertação dos presos políticos palestinos das cadeias de Israel, dado que a sua imediata libertação tornou-se ainda mais urgente, num momento em que as suas vidas estão em risco, ainda maior, devido à Covid-19.

O CPPC reafirma a sua solidariedade ao povo da Palestina e às suas forças patrióticas e mantém o seu compromisso de lutar por uma solução que respeite os seus direitos consagrando a criação de um Estado da Palestina soberano, independente e viável nas fronteiras anteriores a Junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental, e reconhecendo o direito de regresso dos refugiados nos termos da resolução 194 das Nações Unidas, o que exige o fim da ocupação, o fim do cerco a Gaza, a libertação dos presos políticos palestinos das cadeias israelitas, o desmantelamento dos colonatos e do muro de separação.

O CPPC exige das autoridades portuguesas, em consonância com os princípios da Constituição da República Portuguesa, uma ação determinada em defesa dos direitos do povo palestino, da libertação imediata dos presos políticos palestinos das cadeias israelitas e do próprio direito internacional, nomeadamente reconhecendo o Estado da Palestina.

Direção Nacional do CPPC