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Um ano após a mais recente agressão de grande escala de Israel contra o povo palestino na Faixa de Gaza, iniciada a 8 de Julho de 2014, o Conselho Português para a Paz e Cooperação recorda os mais de 2200 palestinos assassinados, na sua grande maioria população civil, incluindo mais de 500 crianças, para além dos muitos milhares de feridos.

Uma agressão que ao longo de 50 dias destruiu mais de 18 000 casas e todo o tipo de infra-estruturas, como hospitais, escolas ou o sistema de abastecimento de água.

A agressão de Israel não pode ser desligada dos seus planos de desestabilização de todo o Médio Oriente, em que conta com o apoio por parte dos EUA e seus aliados.

Desde alguns anos que têm vindo a ser realizadas agressões militares, sob os mais variados pretextos, contra Estados soberanos e povos que resistem a se submeter ao domínio de potências estrangeiras, como aconteceu com o Iraque, a Líbia ou a Síria.

O CPPC recorda e saúda a demonstração de solidariedade com o povo palestino que, em vários pontos do país, os portugueses demonstraram em diversas manifestações e acções de rua exigindo o fim da agressão e o respeito pelos direitos do povo palestino, reafirmando a legitimidade da sua luta pelo direito à Paz, à Liberdade, a uma vida digna e a um Estado independente, soberano e viável – única solução duradoura para a paz na região.

Consideramos que se exige do Governo Português, no respeito e cumprimento do artigo 7º da Constituição da República Portuguesa, o assumir do compromisso de, em todas as instâncias internacionais em que se encontra representado, advogar o fim imediato da ocupação israelita dos territórios palestinos.

8 de Julho de 2015
Direcção Nacional do CPPC