
Em 𝐌𝐚𝐫ç𝐨, 𝐉𝐮𝐧𝐡𝐨 𝐞 𝐎𝐮𝐭𝐮𝐛𝐫𝐨 de 2022, 𝐦𝐢𝐥𝐡𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐞𝐫𝐠𝐢𝐫𝐚𝐦 𝐞𝐦 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐚 𝐩𝐚𝐳, em importantes actos públicos, desfiles e concentrações que se realizaram por todo o país.
Em
2023, 𝐯𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐯𝐨𝐥𝐭𝐚𝐫 𝐝𝐞 𝐧𝐨𝐯𝐨 à 𝐫𝐮𝐚 porque é urgente:
𝐏𝐚𝐫𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐟𝐫𝐨𝐧𝐭𝐚çã𝐨 𝐞 𝐠𝐮𝐞𝐫𝐫𝐚, seja na Palestina, no Sara Ocidental, na Síria, no Iémen ou na Ucrânia, com as trágicas consequências e os sérios perigos que comportam.
𝐏ô𝐫 𝐟𝐢𝐦 à 𝐞𝐬𝐜𝐚𝐥𝐚𝐝𝐚 𝐚𝐫𝐦𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐞 à𝐬 𝐬𝐚𝐧çõ𝐞𝐬, que atingem as condições de vida dos trabalhadores e das populações, enquanto as multinacionais do armamento, da energia, da alimentação, da distribuição acumulam fabulosos lucros.
𝐐𝐮𝐞 𝐚 𝐝𝐢𝐩𝐥𝐨𝐦𝐚𝐜𝐢𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚 𝐬𝐨𝐥𝐮çã𝐨 𝐩𝐨𝐥í𝐭𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐟𝐥𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐬𝐮𝐛𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐚 𝐚 𝐢𝐧𝐠𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚, 𝐨 𝐦𝐢𝐥𝐢𝐭𝐚𝐫𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐞 𝐨 𝐮𝐬𝐨 𝐨𝐮 𝐚 𝐚𝐦𝐞𝐚ç𝐚 𝐝𝐨 𝐮𝐬𝐨 𝐝𝐚 𝐟𝐨𝐫ç𝐚 nas relações internacionais.
𝐎 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐞𝐢𝐭𝐨 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐩𝐫𝐢𝐧𝐜í𝐩𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐂𝐚𝐫𝐭𝐚 𝐝𝐚𝐬 𝐍𝐚çõ𝐞𝐬 𝐔𝐧𝐢𝐝𝐚𝐬 𝐞 𝐝𝐚 𝐀𝐜𝐭𝐚 𝐅𝐢𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐚 𝐂𝐨𝐧𝐟𝐞𝐫ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐇𝐞𝐥𝐬í𝐧𝐪𝐮𝐢𝐚, caminho para assegurar os direitos dos povos, a paz, a segurança e a cooperação.

Uma delegação do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) - Ilda Figueiredo e Julie Neves - reuniu hoje, dia 26 de janeiro, em Évora, com diferentes entidades sobre atividades a desenvolver no âmbito da Educação para a Paz e da Cultura da Paz.
Na sede do Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS) reuniram com algumas dirigentes do Sindicato, seguindo-se um almoço com alguns membros do núcleo de Évora do CPPC.
Após o almoço, a delegação do CPPC, que incluiu também
membros do núcleo de Évora, foi recebida pelo presidente da Câmara de Évora, dr. Carlos Pinto Sá.

Está patente, na INETESE - Instituto para o Ensino e Formação, a exposição do Conselho Português para a Paz e Cooperação "Pela Adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares".