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desarmamento

  • debate na escola secundaria camoes em lisboa 3 20181222 1222149611

    O Conselho Português para a Paz e a Cooperação, no âmbito das suas actividades em defesa da paz, da segurança e da cooperação internacionais e pela amizade e solidariedade entre os povos, tem continuado a marcar a sua presença em escolas, através de debates, exposições e outras iniciativas. Estas têm-se que se têm caracterizado por um grande entusiasmo e activa participação dos jovens estudantes em discutirem e aprofundarem o conhecimento sobre questões tão importantes para o presente e o futuro da Humanidade.

    Exemplo desse interesse são as iniciativas promovidas pelos próprios alunos, como foram os casos de duas turmas da Escola Secundária Alfredo dos Reis Silveira, localizada na Torre da Marinha (Seixal), que organizaram uma sessão, no dia 10 de Dezembro, sobre Os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Paz no Mundo, e três turmas do Escola de Camões (antigo Liceu Camões) que instalaram no átrio da Biblioteca uma exposição do CPPC, evocativa dos 100 anos da Grande Guerra e a Luta pela Paz, e realizaram, no dia 12 do mesmo mês, uma sessão/debate: Da 1.ª Guerra Mundial á Actualidade.

  • O Jardim do Rio, em Almada, acolheu no domingo, 6 de Agosto, uma acção evocativa dos bombardeamentos nucleares dos EUA contra Hiroxima e Nagasáqui, promovida pelo Movimento Municípios pela Paz, a Câmara Municipal de Almada e o CPPC. Para além das intervenções dos presidentes das câmaras municipais de Almada e do Seixal (coordenador do movimento) e da direcção nacional do CPPC, a iniciativa constou de diversas actividades para crianças e jovens, desde oficinas lúdico-pedagógicas e de arte urbana a insufláveis, e da inauguração de um mural realizado pelo Colectivo Aleutas. Das intervenções dos três presidentes sobressaiu a determinação e prosseguir e alargar a acção pela paz e o desarmamento e de ampliar o Movimento dos Municípios pela Paz com novas adesões. A próxima iniciativa do movimento realiza-se em Silves no dia 21 de Setembro.

  • O CPPC realizou hoje, 1 de Fevereiro, no Chiado em Lisboa uma conferência de imprensa sobre a campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares.

    Enquanto decorria a conferência de imprensa, activistas do CPPC distribuíram folhetos e recolheram assinaturas para a petição promovida pela campanha.

    O comunicado de imprensa:

  • sim a paz nao a nato 1 20190403 1826329990

    Leia aqui o folheto da Campanha "Sim à Paz! Não à NATO!"

    https://issuu.com/conselho_paz/docs/folheto_nato_paginas

  • pela paz pela seguranca pelo futuro da humanidade pela assinatura por parte de portugal do tratado de proibicao de armas nucleares 1 20181014 1005751392

    Na sequência da entrega da petição “Pela Paz, Pela Segurança, Pelo Futuro da Humanidade – Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares”, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, representado por Ilda Figueiredo e por Filipe Ferreira, e a Associação Projecto Ruído, representada por Gonçalo Costa, foram ouvidos na Comissão Parlamentar de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República, no passado dia 9 de Outubro.

    Nessa audição, as organizações, em nome dos peticionários, reafirmaram as razões da Campanha que promoveu a petição, sublinhando que salvaguardar a paz é um dos grandes desafios que está hoje colocado à Humanidade, pois sem paz não há progresso, desenvolvimento, justiça social, educação, saúde, cultura. As organizações lembraram ainda porque Portugal deve estar do lado da paz, do desarmamento, da soberania e da cooperação, do lado da Constituição da República Portuguesa que consagra no seu artigo 7.º a defesa da paz, a igualdade entre estados, a abolição de qualquer forma de dominação nas relações entre os povos, a abolição dos blocos político-militares e o desarmamento geral, simultâneo e controlado. não há «compromisso» na política externa do País maior e mais importante do que este.

    A petição será agendada para debate em Plenário da Assembleia da República, uma vez que conta com mais de 13 000 assinaturas, bastante acima das 4000 necessárias para que tal aconteça.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação lançou a 26 de Setembro de 2017 uma campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares, aprovado em Julho por 122 países participantes numa conferência das Nações Unidas realizada especificamente para o efeito. Fê-lo, simbolicamente, no dia em que a ONU assinala o Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares e apenas seis dias após o Tratado ter sido colocado à subscrição e ratificação por parte dos Estados.

    Recordamos que a 9 de Outubro de 2017 a Campanha Internacional para Abolição das Armas Nucleares/ICAN foi galardoada com o Prémio Nobel da Paz.

  • A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o dia 26 de Setembro como Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, em Dezembro de 2013, no seguimento de uma reunião realizada a 26 de Setembro desse mesmo ano, onde se exigia a abertura urgente de negociações na Conferência de Desarmamento para a rápida conclusão de uma convenção geral sobre armas nucleares, que proíba a posse, o desenvolvimento, a produção, a aquisição, o teste, o armazenamento, a transferência ou o uso ou a ameaça de uso destas armas, e que preveja a sua destruição.

    O Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares tem como objectivo contribuir para consciencialização e a educação sobre a ameaça que as armas nucleares representam para a Humanidade e para a necessidade da sua destruição.

  • 70 anos depois o apelo de estocolmo continua atual fim as armas nucleares 1 20200323 1989050408

    «Exigimos a interdição absoluta da arma atómica, arma de terror e de extermínio em massa de populações. Exigimos o estabelecimento de um vigoroso controlo internacional para a aplicação dessa medida de interdição. Consideramos que o governo que primeiro utilizar a arma atómica, não importa contra que país, cometerá um crime contra a humanidade e será tratado como criminoso de guerra. Pedimos a todos os homens de boa vontade no mundo inteiro que assinem este apelo.»

  • 70 anos depois o apelo de estocolmo continua atual fim as armas nucleares 2 20200323 2045276426

    na foto Alves Redol e Lopes-Graça no Congresso Mundial dos Intelectuais pela Paz (1948)

     

    O Apelo de Estocolmo, pela proibição das armas atómicas, foi lançado há 70 anos pelo movimento mundial da paz, contribuindo decisivamente para a sua afirmação e desenvolvimento: em todo o mundo muitos milhões subscreveram este Apelo pela “interdição absoluta da arma atómica, arma de terror e de extermínio em massa de populações”, fazendo dele um clamor planetário pela paz e o desarmamento.

    Os portugueses não ficaram à margem deste impetuoso movimento, tendo sido muitos os ativistas da paz que recolheram assinaturas um pouco por todo o País, as entidades, coletividades e associações que aprovaram moções e resoluções e as pessoas que escreveram missivas defendendo a proibição das armas atómicas. Fizeram-no apesar das violentas limitações e proibições impostas pela ditadura fascista – alinhada já então com a política externa norte-americana e membro fundadora da NATO –, tendo vários ativistas sido presos enquanto levavam por diante esta campanha.

  • 73 anos depois de hiroxima e nagasaqui por fim as armas nucleares defender a paz 1 20180808 1616172725

    No momento em que passam 73 anos sobre os bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui – perpetrados, respectivamente, a 6 e 9 de Agosto de 1945 –, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a necessidade e urgência de pôr fim a este tipo de armamento de destruição generalizada. O desarmamento geral, simultâneo e controlado é, desde há mais de sete décadas, um objectivo central da acção de todos quantos, em Portugal e no mundo, defendem a paz e a segurança internacionais.

  • 74 anos de hiroxima e nagasaqui fim as armas nucleares 1 20190802 1559463955

    Quando passam 74 anos dos bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui – ocorridos a 6 e 9 de Agosto de 1945 –, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a necessidade e urgência de pôr fim a este tipo de armamento.

    A dimensão do crime que constituiu o lançamento das bombas atómicas sobre as cidades de Hiroxima e Nagasáqui fica, desde logo, expressa no número de vítimas e na brutalidade dos seus efeitos: mais de 100 mil mortos no momento das explosões e outros tantos até ao final de 1945, na sequência dos ferimentos; entre os sobreviventes e seus descendentes, disparou a incidência de malformações e doenças oncológicas, devido à radiação – realidade que se sente ainda hoje, mais de 70 anos depois dos acontecimentos.

  • 75 anos dos bombardeamentos de hiroxima e nagasaqui pelo fim das armas nucleares 1 20200810 1094927843
     
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) assinala os 75 anos dos bombardeamentos atómicos de Hiroxima e Nagasáqui e reafirma a necessidade e urgência de pôr fim às armas nucleares, apelando à assinatura e ratificação do Tratado de Proibição das Armas Nucleares.
    Na memória dos povos de todo o mundo permanecem os horrores da Segunda Guerra Mundial, incluindo o holocausto perpetrado pelos nazis alemães e os bombardeamentos nucleares norte-americanos sobre as cidades japonesas de Hiroxima e Nagasáqui – ocorridos a 6 e 9 de Agosto de 1945 - sobre um Japão na prática já derrotado e sobre cidades sem importância militar estratégica, tornando o crime ainda mais brutal.
  • a paz e o desarmamento nuclear 1 20190528 1722063904

  • a paz e desarmamento nuclear exposicao palestra sao mamede de infesta 1 20191007 1439488034

  • O movimento pela paz português teve na exigência da abolição das armas nucleares e do desarmamento geral, simultâneo e controlado, uma das suas causas fundadoras e um constante factor de mobilização. Recordemos de entre as múltiplas e diversificadas acções realizadas, a recolha de assinaturas para o Apelo de Estocolmo, no início dos anos 50; a participação empenhada na Conferência sobre a Segurança e Cooperação na Europa, em Helsínquia, na década de 70; ou as grandes marchas da paz, nos anos 80. O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e os movimentos em prol da paz que o antecederam estiveram na primeira linha desta causa fundamental para a paz e a segurança internacionais, para a sobrevivência da Humanidade.

  • A Sessão Cultural pela Paz e o Desarmamento promovida pelo CPPC no sábado, 27, no cineteatro da Academia Almadense, constituiu um emocionante momento de afirmação da campanha em curso pela adesão de Portugal ao Tratado de Proibição de Armas Nucleares. Pelo renovado palco da centenária colectividade almadense passaram criadores e artistas, educadores e activistas, que no seu quotidiano se batem por justos valores, como são a paz, a solidariedade e a cooperação.

    O programa da sessão, apresentada por Sílvia Cunha, começou na rua, com o grupo Almada Street Band, composto por jovens músicos, animou a população encaminhando-a para o interior do espaço, onde prosseguiu no palco a sua actuação. Seguiu-se os Rumores d’ Além Tejo, com a música tradicional portuguesa a lembrar que é no povo e nas suas aspirações, tradições e cultura que reside a identidade de um povo, pilar da sua soberania. A juventude voltou a estar no centro das atenções com os The Future IZ US e a contagiante alegria e energia da sua dança.

  • reuniao das organizacoes membro do conselho mundial da paz cmp da regiao europa 1 20180704 1296257555

    Divulgamos texto aprovado pela reunião de organizações membro do Conselho Mundial da Paz realizada, em Londres, no passado dia 26 de Maio.

    Apelo
    Sim à Paz! Não à NATO!
    Não à Cimeira 2018 da NATO em Bruxelas

    Apelamos a todas as organizações e activistas na Europa que defendem a causa da Paz, que promovam acções contra a NATO e a sua cimeira em Bruxelas, pela dissolução deste bloco político-militar e pela luta de cada povo dentro de cada estado membro da NATO para a retirada desta organização militar.
    Sabemos que a NATO já existe há quase 70 anos, e que durante todo este período a NATO continuou a aumentar os seus membros, alargando a sua esfera de influência, a sua agressão e imposições aos povos.

  • Divulgamos os temas que algumas organizações manifestaram a intenção de abordar:

    Solidariedade e ternura dos povos - Ana Maria Souto – Movimento Democrático de Mulheres
    A luta pela paz é indissociável da luta dos trabalhadores - Ana Pires- CGTP-IN
    Solidariedade com Cuba e criminoso bloqueio do EUA - Augusto Fidalgo – Associação Amizade Portugal-Cuba
    Paz e Desarmamento - Batista Alves - Presidente da Mesa da Assembleia da Paz Conselho Português para a Paz e Cooperação
    25 de abril e a paz - Comandante Marques Pinto - Associação Conquistas da Revolução
    Festa da Vitória e Paz - Domingos Mealha – Associação Iuri Gagarin
    Cooperação para o desenvolvimento - Eugénio Fonseca - Presidente da CÁRITAS
    Educação para a paz - Eurídice Rocha – FENPROF
    Inteligência artificial e a paz - Frederico Carvalho – Organização dos Trabalhadores Científicos
    Campanha “Desarma a bomba” - Gonçalo Costa - Associação Projeto Ruído
    Acampamento pela paz - Gonçalo Veiga - AE FCSH/Plataforma para a paz
    O desenvolvimento industrial,a soberania e a paz - Helder Pires – FIEQUIMETAL
    Conflitos armados, direitos humanos e pessoas com deficiência - Helena Rato – Associação Portuguesa de Deficientes
    Cooperação da CPCCRD na defesa da Paz - Isabel Graça – CPCCRD
    Guerra e paz no Médio Oriente - Jorge Cadima- MPPM
    Carta das Nações Unidas e direito internacional - Madalena Santos – Associação Portuguesa de Juristas Democratas
    Projecto com a CMSeixal nas escolas - Nuno Carvalho - Associação RATO
    Lutar pela Paz é lutar contra a pobreza - Rego Mendes - Movimento Erradicar a Pobreza
    Os militares e a paz - Sargento António Lima Coelho -Associação Nacional de Sargentos
    "Dádiva relacional - a capacidade humana de trazer o "Outro" para o campo do "NÓS" - Teresa Dennis – CIVITAS
    Paz e a juventude - Tiago Matos – INTERJOVEM

  • convite 1 20200225 2041467714

  • Ilda Figueiredo representou o CPPC numa conferência realizada no dia 10 em Bruxelas sobre o Tratado de Proibição de Armas Nucleares, promovida pelo Grupo Confederal da Esquerda Unitária Europeia/ Esquerda Verde Nórdica do Parlamento Europeu (GUE/NGL). Na sua intervenção, a presidente da direcção do CPPC considerou as armas nucleares como a «mais grave ameaça que pende sobre a Humanidade» e valorizou a adopção do Tratado de Proibição de Armas Nucleares como «uma das mais significativas vitórias das forças da paz» alcançada nos últimos anos.
    Este tratado, adoptado por 122 países participantes na conferência das Nações Unidas realizada com esse objectivo, foi caracterizado por Ilda Figueiredo como «um passo muito importante, dando expressão à aspiração dos povos de um mundo livre de armas nucleares». Em Portugal, informou, o CPPC lançou uma campanha visando a adesão de Portugal ao Tratado, na qual se integra uma petição que já recolheu milhares de assinaturas e que será entregue na Assembleia da República para que aí se discuta esta questão.