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Por ocasião do 47º aniversário da proclamação da República Árabe Sarauí Democrática, que se assinala hoje, dia 27 de fevereiro de 2023, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda o povo sarauí e a sua legítima representante, a Frente Polisário, e reafirma a solidariedade com a sua luta pelo cumprimento do seu direito à auto-determinação.
Hoje, o CPPC assinalou na rua esta tão importante data para o povo sarauí. Em Coimbra, o núcleo de ativistas do CPPC colocou, pela cidade, pendões com a mensagem “Sahara Livre”.
Amanhã, dia 28 de fevereiro, no Clube Estefânia, em Lisboa, o CPPC irá assinalar esta data realizando uma sessão de cinema e debate sobre o Sara Ocidental, com a presença de Omar Mih, representante da Frente Polisário em Portugal.
Desde 1960 que o Sara Ocidental é considerado, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, um território por descolonizar, estando, nessa data, sob a administração do reino de Espanha.
No dia 23 de fevereiro realizou-se, na Casa da Paz, em Lisboa, uma reunião com organizações promotoras do III Encontro pela Paz, que se irá realizar em Vila Nova de Gaia, no próximo dia 28 de Outubro.
Na reunião abordou-se a importância da realização deste encontro e os representantes das organizações discutiram os próximos passos a dar para a sua divulgação e mobilização.
Na manhã de dia 23 de fevereiro, Ilda Figueiredo e Julie Neves, da DN do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), receberam, na Casa da Paz - sede do CPPC - o Dr. Nabil Abuznaid, Embaixador da Palestina em Portugal, e Haya Eleyan, da Missão Diplomática da Palestina.
O Sr. Embaixador deu informações sobre a situação difícil que se vive na Palestina ocupada por Israel, onde o povo palestino continua a sofrer as agressões permanentes dos ocupantes. Foi referido e denunciado o assassinato de 10 palestinos, que teve lugar no dia anterior, pelo exército israelita.
O CPPC reafirmou a sua solidariedade de sempre com a Palestina e o seu povo e expressou a sua vontade de continuar a realizar iniciativas públicas de denúncia da ocupação e agressão israelita, exigindo a criação do Estado da Palestina nas fronteiras anteriores a junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental; o cumprimento dos direitos do povo palestino e das resoluções da ONU.
O Apelo "Parar a guerra! Dar uma oportunidade à Paz", lançado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), visando a realização de concentrações em defesa da Paz, foi apoiado por diversas organizações, tendo sido realizadas, pelo país, seis iniciativas públicas.
Iniciou-se em Viseu, no dia 11 de fevereiro, e terminou no Porto no passado dia 18 de fevereiro, depois de, no dia 16, se terem realizado concentrações em Lisboa, Évora e Setúbal e, dia 17, uma concentração em Corroios e um cordão humano em Coimbra.
Em diversos locais, muitas centenas de pessoas apoiaram a urgência de pôr fim à guerra e abrir caminho para a negociação.
Por todo o lado se afirmou que a guerra e as sanções causam sofrimento aos povos e só servem os poderosos: os grupos económicos do armamento, da energia, dos combustíveis e da alimentação.