Outras Notícias

ONU

  • A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o dia 26 de Setembro como Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, em Dezembro de 2013, no seguimento de uma reunião realizada a 26 de Setembro desse mesmo ano, onde se exigia a abertura urgente de negociações na Conferência de Desarmamento para a rápida conclusão de uma convenção geral sobre armas nucleares, que proíba a posse, o desenvolvimento, a produção, a aquisição, o teste, o armazenamento, a transferência ou o uso ou a ameaça de uso destas armas, e que preveja a sua destruição.

    O Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares tem como objectivo contribuir para consciencialização e a educação sobre a ameaça que as armas nucleares representam para a Humanidade e para a necessidade da sua destruição.

  • dia internacional da paz 2017 1 20170920 1418491887

     

    No âmbito da decisão tomada pela Assembleia Mundial da Paz, ocorrida no Brasil e reafirmada pela Reunião das organizações membro do Conselho Mundial da Paz (CMP) na Europa, ocorrida em Berlim, de assinalar o Dia Internacional da Paz com iniciativas contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva, e contra as bases militares estrangeiras, as organizações membro do CMP na Europa unem-se e contribuem para o sucesso deste Dia de Acção ao, entre outras actividades, colectivamente redigirem e divulgarem o "Apelo aos povos da Europa - Dar mais força à luta pela paz! - 21 de Setembro —Dia de Acção contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva e as bases militares estrangeiras"

     

    21 de Setembro —Dia de Acção contra as armas nucleares e outras armas de destruição massiva e as bases militares estrangeiras

    As organizações membro do Concelho Mundial da Paz na Europa decidiram celebrar o Dia Internacional da Paz — proclamado pelas Nações Unidas para o dia 21 de Setembro — unindo as suas vozes num apelo aos povos da Europa para dar mais força à luta pela paz!

    Os povos da Europa e de todo o Mundo enfrentam a crescente agressividade global do imperialismo, a escalada do militarismo, o aumento da despesa militar, a corrida por novas, mais sofisticadas e destrutivas armas, incluindo armas nucleares, a instalação de novas forças militares e equipamentos em bases

  • a organizacao das nacoes unidas 1 20200512 1548129354

    À Organização das Nações Unidas

    Sr. António Guterres
    Secretario-geral da Organização das Nações Unidas

    A pandemia da COVID-19 e o seu impacto na situação económica e social exige a convergência de vontades e esforços ao nível internacional, para que estes sejam superados, no respeito dos direitos e da soberania dos
    povos de todo o mundo.

    Assume, pois, particular significado o importante exemplo de países, como a China, Cuba ou a Rússia, que escolheram, deste o primeiro momento, o caminho da solidariedade e da cooperação, enviando profissionais de saúde e equipamentos médicos para alguns dos países mais afetados pela pandemia do novo coronavírus.

  • (foto - 1ª sessão da Assembleia Geral da ONU, Londres)

     

    No momento em que se assinala o 70.º aniversário da assinatura, na cidade norte-americana de São Francisco, da Carta das Nações Unidas, o Conselho Português para a Paz e Cooperação sublinha a actualidade dos seus valores e objectivos: a defesa da paz, da igualdade entre Estados (independentemente da sua dimensão), da autodeterminação dos povos e o estímulo ao progresso social.

    O conteúdo da Carta está directamente ligado com a situação concreta que se vivia nesse mês de Junho de 1945: na Europa, o nazi-fascismo já tinha sido derrotado, com o papel determinante a ser desempenhado pela União Soviética e pelas organizações de resistência anti-fascista; no Extremo Oriente, os EUA combatiam ainda o militarismo japonês; nos países libertados da ocupação nazi, realizavam-se já grandes transformações políticas, económicas e sociais e nas colónias a luta de libertação nacional avançava em África e na Ásia. Os ideais da paz, da liberdade, da democracia, da soberania e do progresso eram imparáveis. A Carta transformou-os em letra de Direito Internacional.

  • O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a importante resolução do Conselho de Segurança da ONU, que aprovou no dia 23 de Dezembro passado uma resolução condenando as medidas de Israel contra o território palestino, designadamente as que «visam alterar a composição demográfica, o carácter e o estatuto do Território Palestino ocupado desde 1967, incluindo Jerusalém Oriental, incluindo, entre outros, a construção e expansão de colonatos, a transferência de colonos israelitas, a confiscação de terra, a demolição de casas e o desalojamento de civis palestinos, em violação do direito humanitário internacional e das resoluções relevantes».

  • cuba de novo vitoriosa na onu 1 20191119 1156906342

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) saúda a votação da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que uma vez mais, no dia 7 de Novembro, condenou de forma esmagadora o bloqueio económico, comercial e financeiro dos Estados Unidos da América contra Cuba e exigiu o seu levantamento. Esta é a 28.ª vez consecutiva que este órgão da ONU se pronuncia neste sentido, e sempre de forma contundente.

    Este ano, 187 países votaram favoravelmente a resolução que propõe/exige o fim do bloqueio, enquanto três países a rejeitaram e dois se abstiveram. Votaram contra o fim do bloqueio os próprios EUA e Israel, reafirmando as suas posições habituais, e ainda o Brasil, num sinal particularmente negativo de crescente subserviência do Governo do Presidente Bolsonaro aos interesses dos EUA. As abstenções foram da Colômbia e da Ucrânia, também elas habitualmente alinhadas com os ditames dos EUA, constituindo-se como instrumentos da política externa norte-americana nas respectivas regiões.

  • defender a soberania da venezuela defender o direito internacional 1 20190928 1465125561

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia e considera de extrema gravidade a tentativa da Administração Trump de colocar em causa a participação da Delegação da República Bolivariana da Venezuela, designada pelo Governo venezuelano, presidido por Nicolás Maduro, à 74ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que neste momento tem lugar na sua Sede, em Nova Iorque.

    Esta nova acção da Administração Trump, que conta com a cumplicidade de governos de países como a Colômbia ou o Brasil, constitui uma flagrante violação da Carta das Nações Unidas e do Direito Internacional que, a consumar-se, abriria um novo e grave precedente de instrumentalização da ONU para o suporte à ingerência, à desestabilização e à agressão contra um Estado soberano e independente – seja a Venezuela ou qualquer outro país.

    Reafirmando a sua solidariedade com o povo venezuelano e a defesa da sua soberania, o CPPC considera que o Estado Português e os seus representantes junto da ONU – em consonância com os princípios da Constituição da República Portuguesa e a Carta das Nações Unidas – devem repudiar esta inaceitável manobra dos EUA, rejeitando uma qualquer iniciativa que vise colocar em causa os legítimos representantes da República Bolivariana da Venezuela, designados pelo legítimo Governo do Presidente Nicolás Maduro, à 74ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas.

    Direcção Nacional do CPPC

  • defender principios fundadores da carta das nacoes unidas 1 20200824 1380874144
    Defender os direitos e a soberania dos povos!
    Defender a Paz!
    As organizações europeias membro do Conselho Mundial da Paz, comprometidas com a sua luta de sempre em defesa da paz e da amizade entre os povos, preocupadas com a acção agressiva do imperialismo, particularmente do imperialismo norte-americano, e suas repercussões na atual situação mundial, recordam e sublinham a importância da defesa de princípios do direito internacional, essenciais à prossecução da paz, e de assinalar importantes efemérides com eles relacionadas.
    Defender princípios como a igualdade soberana de todos os Estados e a autodeterminação dos povos; a resolução dos conflitos internacionais por meios pacíficos; o desenvolvimento de relações de amizade e a cooperação internacional, no sentido da resolução dos problemas internacionais de carácter económico, social, cultural ou humanitário, a promoção do desarmamento geral e controlado, nomeadamente de armas nucleares, ou o fim dos blocos político-militares, é ainda mais importante, no momento complexo, exigente e imprevisível com que os povos se confrontam, nomeadamente a crise pandémica.
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    A Organização das Nações Unidas deliberou reconhecer 5 de Abril como O DIA INTERNACIONAL DO DESPORTO PARA O DESENVOLVIMENTO E A PAZ.

    Em Portugal, por iniciativa do Desportivo Operário do Rangel - Amadora – realizou-se, nesse dia, um Colóquio-Debate para o qual foi convidado o Conselho Português para a Paz e Cooperação, que esteve representado por Carlos Carvalho, membro da Direcção Nacional.

    O painel integrava ainda a Plataforma das ONG para o Desenvolvimento, o Comité Paralímpico de Portugal e o Orgão Coordenador do Plano Nacional da Ética Desportiva.

    Uma iniciativa com muito interesse em que as causas da paz e da cooperação foram por todos reconhecidas como valor que importa defender e promover. O desporto assume, como reconhece a ONU, um papel relevante como mensageiro da Paz entre os povos.

    O CPPC manifesta à Organização Promotora, Desportivo Operário do Rangel, o seu apreço pelo convite e, a todas as organizações e entidades representadas, a sua disponibilidade para participar em iniciativas conjuntas que visem promover os valores da paz, da solidariedade e da cooperação.

  • U N I T E D   N A T I O N S                                    N A T I O N S   U N I E S

    O SECRETÁRIO-GERAL

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    MENSAGEM NO DIA MUNDIAL DA POPULAÇÃO

    11 de Julho de 2014

    O mundo de hoje tem a maior geração de jovens da história - 1,8 mil milhões de jovens, a maioria a viver em países em desenvolvimento - com um enorme potencial para ajudar a enfrentar os grandes desafios que a humanidade enfrenta. Mas muitos jovens são privados das oportunidades a que têm direito, tais como obter uma educação de qualidade, encontrar trabalho digno, e participar na vida política das suas sociedades. O Dia Mundial da População é uma oportunidade para renovar o compromisso de ajudar os jovens a desencadear o progresso em toda a sociedade.

    É preciso agir urgentemente. Muitos jovens não dispõem dos recursos de que necessitam para sair da pobreza. Estou particularmente preocupado com as adolescentes que podem vir a  enfrentar problemas como a discriminação, a violência sexual, o casamento precoce e gravidez indesejada. E mesmo os jovens mais afortunados, que têm a sorte de poder obter diplomas universitários, muitos encontram-se sem emprego ou presos a empregos de baixos salários e sem futuro.

    A solução está no investimento em saúde, educação, formação e emprego para os jovens, à medida que atravessam a fase crítica  de transição para a vida adulta. Isso irá melhorar as perspectivas para as suas vidas e nosso futuro comum.

    Os próprios jovens estão a manifestar-se. No início deste ano, mais de mil organizações de juventude deram o seu apoio à iniciativa Global Youth Call (Apelo Global da Juventude), acolhida por 40 países, que recomenda a inclusão de objetivos e metas voltadas para a juventude na agenda de desenvolvimento pós-2015.

    No próximo ano atingimos o prazo para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, desenhar a agenda que se segue e a adoptar de um acordo legal significativo sobre a mudança climática. Os jovens têm um papel importante em todos esses processos. O ano de 2015 também marca o 20º aniversário do Programa de Mundial de Acção sobre a Juventude. As suas linhas de orientação práticas para a ação nacional e apoio internacional continuam a ser pertinentes hoje em dia, em particular, porque exigem que os governos respeitem os direitos humanos e as liberdades fundamentais de todos os jovens e respondam eficazmente a todas as violações.

    Neste Dia Mundial da População, apelo a todos aqueles que têm influência para darem prioridade aos os jovens nos planos de desenvolvimento, fortalecer as parcerias com organizações lideradas por jovens, e envolver os jovens em todas as decisões que os afetam. Ao capacitar os jovens de hoje, vamos lançar as bases para um futuro mais sustentável para as gerações vindouras.

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    Sites relevantes:

    http://www.un.org/en/events/populationday/index.shtml

    http://www.unfpa.org/public/home/news/pid/17697

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    Hoje celebra-se o dia Mundial do Ambiente, esta efeméride teve a sua origem na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo no ano de 1972.

    É um dia assinalado por todo o mundo com acções de consciencialização para a urgente necessidade de protecção e conservação do ambiente, de modo a alertar os cidadãos para a importância de cuidarmos do ambiente que nos rodeia, sendo que este é fundamental para o bem-estar das populações, e dele depende o alimento e demais recursos essenciais à vida das sociedades humanas.

  • Representante da Síria na ONU concede entrevista sobre a geopolítica do conflito ao Conselho da Paz dos EUA

    Fonte: Conselho da Paz dos EUA / Conselho Mundial da Paz
    Tradução: Cebrapaz

  • Os EUA vetaram na segunda-feira, 18, a resolução proposta pelo Egipto no Conselho de Segurança das Nações Unidas que visava a anulação do reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. Esta resolução recebeu 14 votos a favor em 15, o que significa que os Estados Unidos ficaram isolados nesta pretensão, não contando sequer com o apoio dos seus mais próximos aliados, como a França e a Grã-Bretanha.

    No dia seguinte, a Assembleia-Geral das Nações Unidas votou esmagadoramente – com 176 votos a favor em 193 possíveis – uma resolução que afirma o direito do povo palestiniano à sua autodeterminação. Hoje, quinta-feira, a Assembleia-Geral será chamada a votar uma resolução semelhante à proposta no Conselho de Segurança.

    Entretanto, a representante dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, ameaçou que irá «tomar nota» dos países que votarem favoravelmente a proposta.

  • U N I T E D   N A T I O N S                                   N A T I O N S   U N I E S

    O SECRETÁRIO-GERAL

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    MENSAGEM PARA O DIA INTERNACIONAL DAS NAÇÕES UNIDAS DE APOIO ÀS VÍTIMAS DA TORTURA

    26 de junho de 2014

    Todos os dias, a tortura psicológica e física, tal como maus tratos são intencionalmente infligidos a mulheres, homens e crianças em todas as regiões do mundo por instigação de funcionários públicos – as mesmas pessoas cuja função é reforçar o Estado de Direito, proteger os direitos Humanos e manter a segurança das pessoas.

     

    A proibição da tortura é absoluta. A Convenção Contra a Tortura afirma explicitamente que o uso da tortura é ilegal sob qualquer circunstância, incluindo conflitos armados, luta contra o terrorismo, instabilidade política e outras condições de emergência. Todos os 155 Estados que ratificaram este tratado comprometeram-se a lutar contra a impunidade levando a cabo investigações exaustivas e ao reprimirem as violações, trazendo os seus autores, independentemente da sua posição, à justiça.

     

    Infelizmente, o direito das vitimas da tortura a soluções eficazes, incluindo reabilitação ainda não é uma realidade, especialmente no contexto dos conflitos armados e crises humanitárias em grande escala.

     

    O Fundo Voluntário Para as Vítimas da Tortura é uma ferramenta prática das Nações Unidas para estender assistência pronta às vitimas de tortura e as suas famílias. Hoje, nas fronteiras com a Síria, o fundo está a apoiar projetos que oferecem serviços vitais às vítimas da tortura que fogem da violência e perseguição. Assistência psico-social está a ser providenciada de forma a ajudar as vítimas de todas as faixas etárias a recuperar e a ganhar a sua dignidade. Agradeço aos Estados e doadores privados que estão a apoiar os esforços do fundo e apelo a que mais se juntem a este trabalho.

     

    Peço aos Estados que não o fizeram ainda, para ratificarem a Convenção Contra a Tortura, que completa 30 anos este ano desde a sua adopção. Ao honrarmos as vítimas neste Dia Internacional, vamo-nos comprometer a fortalecer os nossos esforços para erradicar esta prática abominável.

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    Sites relevantes:

    http://www.un.org/en/events/torturevictimsday/

    http://www.ohchr.org/EN/Pages/WelcomePage.aspx

  • A Assembleia-geral das Nações Unidas rejeitou esmagadoramente a provocação dos EUA de reconhecerem Jerusalém como capital de Israel. Numa votação realizada no dia 21, 128 países votaram favoravelmente a resolução condenatória. Nove países votaram contra (entre os quais EUA e Israel, evidentemente), 35 abstiveram-se e 20 estiveram ausentes, evitando a votação.

  • O CPPC regozija-se pela recente votação da Assembleia-Geral das Nações Unidas pelo fim do bloqueio dos Estados Unidos a Cuba, a mais expressiva de sempre, com 191 votos a favor e apenas duas abstenções, a dos próprios EUA e a de Israel. Esta manifestação de repúdio por um bloqueio criminoso, ilegal e imoral, que dura desde o início dos anos 60 do século passado e que constitui um atentado aos direitos humanos e um considerável obstáculo ao desenvolvimento económico e social deste país das Caraíbas, torna ainda mais urgente o seu imediato levantamento.

    Independentemente das razões diferenciadas que terão levado muitos países a votar pelo fim do bloqueio – ou até da inusitada abstenção do país que tem na sua mão a capacidade de lhe pôr cobro por ser o país que o impõe –, é de sublinhar a quase unanimidade existente em torno desta questão, o que é indissociável da persistência e tenacidade do povo cubano, que, ano após ano, levantou o tema na Assembleia-Geral da ONU e recolheu apoios maioritários e sempre crescentes.

    Para que a esta rejeição generalizada corresponda efectivamente o fim do bloqueio será decisivo que o povo cubano continue, como até aqui, a resistir às pressões e ingerências externas, e particularmente dos EUA, e prossiga o rumo que livremente escolheu e que, apesar do bloqueio, garante a toda a população serviços públicos essenciais, habitação e segurança.

    Imprescindível também é que as organizações, movimentos e pessoas solidárias com Cuba e o seu povo prossigam a denúncia da iniquidade do bloqueio e das suas consequências e que continuemos a lutar pelo seu fim.

    Direcção Nacional do CPPC

  • As Nações Unidas adotaram no passado dia 27 de outubro a resolução L.41 para iniciar em março de 2017 o processo de negociação de um “instrumento juridicamente vinculativo para proibir as armas nucleares, conduzindo à sua total eliminação”.
    A resolução foi aprovada com 123 votos a favor, 38 contra e 16 abstenções. Além dos nove estados que possuem armas nucleares, votaram contra 29 países europeus – entre os quais Portugal –, incluindo os que cederam os seus territórios para alojamento de armas nucleares no âmbito da NATO. Pelo contrário, os estados de África, América Latina, Caraíbas, Sudeste Asiático e Pacífico votaram esmagadoramente a favor da resolução.

    Portugal e outros justificaram a sua posição com o argumento de que seria prematuro iniciar agora um processo de proibição de armas nucleares sem o apoio de potências nucleares e de outros países com interesses de segurança específicos. O voto contra de estados europeus é tanto mais estranho quanto, horas antes da votação na ONU, o Parlamento Europeu tinha aprovado a sua própria resolução apoiando aquela iniciativa e convidando os estados membros a nela participarem ativamente!

    Entretanto, em nota de 26 de outubro, a agência noticiosa japonesa Kyodo, informa que os Estados Unidos pressionaram os estados membros da NATO a votar contra a resolução L.41 e a não participarem nas negociações dela decorrentes caso as mesmas vão para a frente.

  • Nova vitória de Cuba na Assembleia Geral da ONU

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) congratula-se com o voto da Assembleia Geral das Nações Unidas de exigência do fim do bloqueio imposto pelos EUA a Cuba e manifesta a sua solidariedade ao Estado e povo cubanos e reitera a sua confiança na sua vitória.

    Mais uma vez, a Assembleia Geral da ONU adoptou no passado dia 1 de novembro uma nova resolução vincando a necessidade de pôr termo ao bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos EUA a Cuba. Dos 193 estados membros, 191 votaram a favor e apenas os EUA e Israel votaram contra.

  • nos 75 anos da carta das nacoes unidas urge defender os principios fundadores 1 20200630 1724813544

    «Nós, os povos das Nações Unidos, decididos:
    A preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra que por duas vezes, no espaço de uma vida humana, trouxe sofrimentos indizíveis à humanidade;
    A reafirmar a nossa fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres, assim como das nações, grandes e pequenas;
    A estabelecer as condições necessárias à manutenção da justiça e do respeito das obrigações decorrentes de tratados e de outras fontes do direito internacional;
    A promover o progresso social e melhores condições de vida dentro de um conceito mais amplo de liberdade;

  • oito paises dirigem apelo ao secretario geral da onu antonio guterres 1 20200402 1259444599

    Num apelo dirigido ao Secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, representantes permanentes junto da ONU de oito países – República Popular da China, República de Cuba, República Islâmica do Irão, República Árabe da Síria, República Popular Democrática da Coreia, Federação da Rússia, República Bolivariana da Venezuela e República da Nicarágua – sublinham a necessidade de, face à pandemia global resultante do COVID-19 e do seu grave impacto negativo no bem-estar dos povos, pôr cobro urgentemente às medidas coercivas unilaterais – sanções e bloqueios – que afetam mais de um terço da humanidade.